Jeremy estava desmaiado. Sua testa sangrava muito. O cinto o impediu de bater no parabrisa. Surgi um alto som de buzina. Um caminhão de vários metros se aproximava, rápido demais para freiar. A luz penetrou os vidros do carro e fez o garoto despertar. Não houve tempo para gritar.
O caminhou acertou o carro em cheio, do lado do passageiro. A cinto começou a se partir, e a porta abre, jogando-o para fora, na beira da pista. Ainda acordado sentiu cada osso quebrado. Pôde ver, com a visão embaçada, alguém na frente dele. Olhando-o. Ela fez sinal para ele ficar quieto. E veio uma explosão. Impurrando ele para uma árvore, batendo forte a cabeça e o desacordando. Ele sangrava muito, por quase todas as partes de seu corpo.
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Os quatro chegam na casa Gilbert.
– Não concordo com isso. – disse Damon.
– Acostume-se. – ironizou Bonnie.
– Estamos todos aqui para cuidar da Elena. – falou Stefan.
– O que...?
Tudo lá dentro estava uma bagunça. Vidro pelo chão. Várias coisas quebradas. Móveis fora do lugar ou de de cabeça. Quadros no chão. Poucas estavam inteiras e no lugar.
– Jer?! Jeremy?! – Elena começou a chamar pelo jovem. O que havia acontecido ali? Ela procurou por ele em todos os cômodo. – Ele não está aqui. – disse preocupada.
Stefan a abraçou, tentando acalmá-la.
– Eu vou atrás do jovem rebelde.
– Eu vou com você. – revelou Bonnie ao Salvarote.
– Não mesmo.
– Não confio em você.
– Não vou matar ele.
A bruxa o olhava firme, mas Damon era mais teimoso.
– Bonnie. A Elena vai precisar de você aqui com ela. Fique. Damon vai encontrá-lo e trazê-lo de volta. Nada além disso. – Era mais uma ordem. O olhar do vampiro e o sorriso malicioso era quase uma confirmação de que ele faria isto.
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Klaus/Tyler estava furioso.
O hibrido á sua frente parecia amendrontado.
– Elena é uma vampira! Não! – Ele se voltou para seu servo – Quem fez isso? Me diga! AGORA!
– Eu... Nã... Não... Se... Se...Se...Sei...
– Não minta pra mim!
– Jere...Jeremy... Gilbert... E....
Antes dele poder continuar a frase. A fúria de Klaus aumentou e ele jogou uma mesa na parede.
– Não!!!
– Foi um... Aciden..te...
Ele se virou. Seu olhar era sombrio. Frio. O olhar de um assassino.
– Quero uma reunião com todos os meus híbrido, e encontre uma burxa, rápido!
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"A luz abondonou seus olhos. Seu corpo era mais frio que gelo. Seu coração já não batia mais. Nada o traria de volta. Seu filho trazia consigo não somente seu DNA como também um importante segredo. No futuro, numa época repleta de abominações, seres inumanos bebedores de sangue, ele traria consigo a chave para..."
Jeremy abre os olhos com dificuldade.
Cada centímetro seu latejava. Não comseguia se mover. Ouvia a inquietação ao seu redor. Médicos estavam a sua volta, falvam alto, mas ele não ouvia direito. Pareciam preocupados. Viu sangue em suas roupas. Muito sangue. Enxergou Damon parado na porta no fim do corredor. O corredor pelo qual os médicos o levavam em cima de uma maca.
Ele estava sonhando minutos antes de acorda ali. Alguém estava contando uma história. Não se lembrava quem er. Ou do que era a históira. Mas a última frase incompleta não saia de sua cabeça. "No futuro, numa época repleta de abominações, seres inumanos bebedores de sangue, ele traria consigo a chave para..."
A chave para o que? Sabia que era algo importante. Mas o que seria? Porque aquilo parecia tão familiar e importante?
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